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Leituras de 2025

2025 foi um ano de leituras interessantíssimas. Por conta da faculdade [TCC] e outros estudos, não consegui ler tantos livros [literários] quanto eu gostaria, mas seguimos na luta, hahahaha. De toda forma, acho que minhas poucas leituras valem por 100 ou mais, porque sinto que essas elas vieram para somar, pois além do lazer, me permitiram experienciar muitos sentimentos, me fizeram sentir e refletir sobre muitas coisas.  Bem, não irei me prolongar demais por aqui, porque algumas resenhas ficaram grandes, hi-hi. Então simbora, com spoilers. José Mauro de Vasconcelos, 1968 Minha primeira leitura de 2025, que na verdade, iniciei em dezembro de 2024. Essa obra me impactou tanto que eu resenhei ela separado aqui no blog e você pode conferir clicando aqui . Portanto, não irei me estender demais aqui, rs, mas posso dizer que “O Meu Pé de Laranja Lima” é, até o momento, o meu livro nacional favorito. José Mauro de Vasconcelos tem uma escrita que te aproxima muito facilmente da história, ...

Retrospectiva do Spotify 2025

2025 acabou, mas ele nos deixou muitas memórias. E o que senão a música, para ajudar a eternizar ainda mais os momentos que vivemos? Embora eu ame música, confesso que 2025 foi um ano de pouca escuta [se comparado com outros anos] mas de ressignificação musical. Sempre fui muito eclética, faz parte da minha identidade musical e de quem sou, mas eu senti que eu havia me perdido nos últimos anos ao consumir com muito afinco determinado gênero musical - quase que somente só ele - que está cada vez mais comercial e genérico. E, bem, eu gosto de escutar música por lazer, mas também gosto de escutar música para sentir, experienciar .  Portanto, decidi que em 2025, eu voltaria às minhas raízes ecléticas. Acho que fui muito bem, meu top 5 ficou estranhamente diferente, embora a top 1 ainda carregue marcas de um passado escutando bastante kpop, rs.  E não quero ser a chata e cuspir no prato que comi, eu escutei kpop por muitos anos e o gênero tem muitas músicas que sempre levarei no c...

31 de outubro com Weapons, Bring her Back e Exhuma

Fazia muito tempo que eu não assistia um filmezinho de terror – o que é uma pena, porque adoro -, mas agora em outubro criei coragem e resolvi assistir alguns títulos. Os escolhidos foram Weapons e Bring Her Back , dois lançamentos bem hypados deste ano, e Exhuma , um terror sul-coreano também muito bem falado.     Os três títulos possuem propostas bem diferentes, a propósito. Também posso dizer que, dos três, eu genuinamente adorei dois e um me deixou mais confusa do que animada. Eu criei muitas expectativas para um desses filmes, e ele foi o que mais me decepcionou.    Enfim, não irei enrolar demais, é um papo bem rápido tal qual um gole de café , então simbora e com spoilers .   Weapons (2025) A hora do mal A Hora do Mal foi o primeiro dos três filmes que assisti. Eu sinceramente não gosto desse nome, dá muito um ar de filme toscão , coisa que na minha humilde opinião ele não é. Eu fui positivamente surpreendida com Weapons, é um terror r...

Um olhar sobre Theft, and wandering around lost do Cocteau Twins.

É de conhecimento de todos [que conhecem o Cocteau Twins] que a banda não é lá muito apegada à letras inteligíveis – e isso não é algo ruim, muito pelo contrário, essa é uma das principais características da banda, o que a torna ainda mais única, interessante e misteriosa.  Porém em Theft, and Wandering Around Lost a banda seguiu por um caminho diferente, trazendo uma letra não somente inteligível, como muito impactante, forte e reflexiva. A faixa faz parte do 7º álbum de estúdio, “Four-Calendar Café”, e é uma preciosidade vocal e lírica.  Bem, hoje aqui no Cantinho, pretendo trazer minhas reflexões (achismos) totalmente pessoais sobre essa música espetacular. Eu não procurei por comentários da Elizabeth Fraser ou da banda sobre a música, então não sei até onde minha interpretação está certa, mas quero colocar isso para fora, rs.  Quanto mais escuto e leio a letra dessa música, penso que o eu lírico sofreu um abuso .  A música é bem incisiva ao dizer que o corpo do ...

Eu, você e toda uma vida (2025)

Eu, você e toda uma vida (You and everything else) é mais um dos grandes doramas lançados em 2025. Como dorameira, me senti muito bem alimentada neste ano: “Se a vida te der tangerinas...”, “Um amor no paraíso” e agora este, estrelado pela minha atriz sul-coreana favorita, Kim Go Eun, e também pela Park Ji Hyun ( que roubou a cena ). Cada um desses três dramas tem a sua cor e trata de temas sensíveis à sua maneira. “Eu, você e toda uma vida”, por exemplo, trata de temas como o suicídio, a culpa, a depressão, relacionamentos complicados, identidade de gênero e mais uma infinidade. Não é um dorama que tem dó: ele vai lá e coloca o dedo na ferida, mas sem ser exacerbadamente dramático. Diria que é até cru, embora belo. Não tenho me estendido demais nas resenhas, acho que perdi a minha muiteza , mas quero colocar minhas impressões, super pessoais , sobre esse drama que me arrancou muitas lágrimas e reflexões. Portanto, sem mais delongas: simbora e com spoilers . Esse dorama me destru...